Um burburinho tomou conta da cidade. Estão cada vez mais fortes as evidências que ligam um empresário forte de Maceió e uma autoridade judicial, na morte do estudante Fábio Acyoli. A polícia já avançou em vários pontos da investigação. Primeiro, derrubou de vez os depoimentos prestados por familiares dos presos à OAB, onde havia “provas substanciais” que os acusados estariam em outra cidade, mais especificamente no sertão, vendendo perfumes. Os familiares, na verdade, mostraram a comissão de direitos Humanos da OAB, outros depoimentos e recibos de encomendas da cidade de Olho D’água das Flores, e agora esse suposto pedido está sendo investigado. A polícia acredita que os responsáveis pela morte do garoto começaram a se movimentar, usando o que podem para deletar o caso. Mas a quebra de braço entre os possíveis mandantes e polícia está apenas começando. Isso ficou claro quando o novo advogado de Rafael, o funcionário Público que tinha relações com Fábio no momento do rapto, se apresentou. Ninguém menos caro que Raimundo Palmeira, o segundo no ranking de “advogados populares” mais caros da cidade, perdendo apenas para Welton Roberto. Uma das delegadas que apuram o caso já apura como um funcionário, que ganha aproximadamente mil reais, arrumou tanta grana para pagar Raimundo Palmeira? O discurso de Palmeira é que o caso é de repercussão, e é importante para ele atuar, pois pode ter valia didática. Mas a conversa não convenceu a polícia. Ainda essa semana a polícia espera produzir a prova técnica que pode levar para as grades, ou apenas revelar a identidade, do(s) mandante(s). Uma linha que ganha força é que o menino estava envolvido com gente graúda. Se meteu várias vezes em festas animadas e isso pode ter provocado sua morte. Quem ganha esse quebra de braço... a polícia? Ou os mandantes? Façam suas apostas, que vem novidade grossa por aí!!! |